Baiuca
Nascido em 1990 em Catoira, na Galiza, Alejandro Guillán Castaño desenvolve sob o nome Baiuca um projeto situado entre a música electrónica, o pop e as tradições galegas, frequentemente associado à folktrónica. Antes de Baiuca, trabalhou sob o pseudónimo Alex Casanova, com um repertório mais próximo da synth-pop, nomeadamente no álbum Antagonasia (2014). A viragem ocorre em 2017, quando Baiuca recentra o seu trabalho nas formas populares galegas, nos cantos e nos ritmos de dança, que combina com uma produção electrónica sóbria e pulsante. Essa mudança já se ouve nas primeiras edições com esse nome e consolida-se em Solpor (2018), onde Baiuca estabelece as bases de uma estética que mistura folclore regional, texturas contemporâneas e um sentido pelo motivo repetitivo. O projeto alarga-se depois através de colaborações com artistas como Aliboria, Rodrigo Cuevas em Veleno, Carlos Núñez em Solstício ou Leilía, mantendo sempre coerência em torno dos imaginários, das línguas e dos repertórios da Galiza. Com Embruxo (2021) e Barullo (2024), Baiuca prossegue a exploração do diálogo entre património tradicional e músicas actuais, em palco e nos festivais electrónicos e transversais em Espanha e na Europa.
eventos futuros 1
Baiuca I Júlia Colom: Cartografia de les Arrels
- qui., julho 16
- Paral•lel 62
- Baiuca, Júlia Colom