Pauline Croze
Nascida em Noisy-le-Sec, em Seine-Saint-Denis, Pauline Croze impõe-se no meio dos anos 2000 na paisagem da canção francesa com uma escrita íntima e um estilo que mistura pop, folk e inflexões soul, sustentado por uma voz flexível e um gosto marcado por ritmos contidos. Descoberta no início dos anos 2000, passa pelas Transmusicales de Rennes em 2003 e pelo dispositivo CQFD dos Inrockuptibles em 2004, antes de multiplicar as primeiras partes em palcos franceses. Pauline Croze lançou o seu primeiro álbum homônimo em 2005, seguido de Un bruit qui court em 2007 e Le Prix de l’Eden em 2012, numa continuidade em que a canção se abre a arranjos mais variados sem romper com uma sobriedade melódica. Em 2016, Croze explora o repertório brasileiro com Bossa Nova, um álbum de covers em francês que prolonga o seu interesse por músicas de pulsações suaves e harmonias claras. Após a criação de seu selo Vilmamusica em 2017, ela lança Ne rien faire em 2018, depois Après les heures grises em 2021, onde a sua escrita se inscreve numa produção mais contemporânea, atravessada por toques urbanos discretos e eletrônicos. Ao longo de sua trajetória, Pauline Croze também colaborou com artistas como Arthur H, Ben Mazué ou Julie Depardieu, mantendo uma trajetória centrada em suas canções e no palco.
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| mar. 28, 2022 |
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| mar. 1, 2022 |
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| nov. 17, 2021 |
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| nov. 13, 2021 |
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| fev. 9, 2019 |
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