Mostly Autumn
Formado em York, no norte de Inglaterra, em 1995, o Mostly Autumn foi constituído em torno de Bryan Josh e Iain Jennings com uma abordagem de rock progressivo que mistura guitarras melódicas, teclados atmosféricos, toques folk e celtas e passagens mais contundentes próximas do hard rock. Os primeiros marcos discográficos do grupo são For All We Shared... (1998), The Spirit of Autumn Past (1999) e The Last Bright Light (2001), que estabeleceram esta escrita ampla e narrativa. Mostly Autumn atuou com regularidade na cena progressiva britânica e europeia, mantendo uma atividade ao vivo contínua e permanecendo independente na sua produção. A trajetória da banda também foi marcada por várias mudanças de formação, sobretudo na voz: Heather Findlay desempenhou um papel central até 2010, antes de Olivia Sparnenn‑Josh, presente desde 2004, assumir o primeiro plano. Ao longo dos anos, Mostly Autumn alargou a sua paleta com Glass Shadows (2008), Go Well Diamond Heart (2010), The Ghost Moon Orchestra (2012), Sight of Day (2017), White Rainbow (2019) e Graveyard Star (2021). Na sua configuração atual, Mostly Autumn preserva esta identidade entre rock progressivo, folk rock e lirismo melódico, sustentada por um coletivo onde as vozes, as guitarras e os arranjos de teclados continuam no centro.
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