Nicolas Jules
Ativo desde meados da década de 1990, Nicolas Jules formou-se inicialmente na região de Poitiers, após uma passagem pelo grupo de rock Mama Vaudou, antes de desenvolver em carreira a solo uma escrita centrada na chanson francesa. Autodidata na guitarra, constrói um universo em que o texto permanece em primeiro plano, frequentemente num formato despido, atravessado por nuances folk, blues e rock. Os seus primeiros marcos públicos incluem as Francofolies de La Rochelle em 1998, o Printemps de Bourges em 1999 e o festival Alors Chante! em Montauban em 2000. Após vários EP, editou o álbum Le Cœur sur la table em 2004, depois Powête em 2008 e Shaker em 2010, este último gravado em Montréal com Fred Boudreault, Urbain Desbois e Roland Bourbon, músico que o acompanha regularmente em palco. A sua discografia enriqueceu-se posteriormente com títulos como La nuit était douce comme la queue rousse du diable au sortir du bain (2013), Crève-Silence (2017), Les Falaises (2019), Douze oiseaux dans la forêt de pylônes électriques (2020), Le Yéti (2021), Carnaval Sauvage (2022) e La reine du secourisme (2024). Paralelamente à carreira a solo, Nicolas Jules faz também parte dos Bancal Chéri e September Cohen.
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