Max Cooper
Nascido em Belfast em 1980 e radicado em Londres, Max Cooper desenvolve um trabalho na fronteira entre electronica, techno melódico, ambient e experimentação. Formado como investigador em genética e com doutoramento em biologia computacional, conciliou uma carreira científica com a atividade de DJ antes de se dedicar integralmente à música eletrónica no final dos anos 2000. Os primeiros maxis saíram no selo alemão Traum, onde se foi delineando um estilo feito de ritmos detalhados, texturas atmosféricas e estruturas muito narrativas. Posteriormente, Max Cooper privilegiou projetos conceptuais, frequentemente ligados às ciências, à matemática ou à arquitetura, que assumem a forma de álbuns concebidos como ciclos audiovisuais, como Human (2014), Emergence (2016), One Hundred Billion Sparks (2018) ou Yearning for the Infinite (2019). Em paralelo, o selo Mesh serve-lhe de plataforma para as suas investigações sonoras e visuais, colaborações com artistas digitais e performances imersivas apresentadas em espaços de arte ou em palcos de música electrónica.
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