Erdling
Formado em Essen em 2014 em torno de Neill Freiwald e Niklas Kahl, Erdling insere‑se na Neue Deutsche Härte com um som que cruza metal industrial, dark rock e toques góticos, apoiado por letras em alemão e refrões diretos. O projeto ganhou forma após a saída de Freiwald de Stahlmann e Sündenklang; em 2015 saiu o maxi Blitz und Donner e depois a banda fez turnê com Unzucht e Megaherz. Erdling lançou em seguida os álbuns Aus den Tiefen (2016), Supernova (2017), Dämon (2018), Yggdrasil (2020), Helheim (2021) e Bestia (2023). Ao longo desta discografia, o grupo foi evoluindo a sua escrita para uma fórmula mais metálica e mais sombria, mantendo contudo uma base melódica clara e um imaginário recorrente ligado aos mitos nórdicos, à natureza e a figuras simbólicas. O coletivo também convidou pontualmente músicos como Robert Dahn em «Im Namen der Krähe» e Chris Pohl em «Wölfe der Nacht». Marcado por várias mudanças de formação, Erdling continua, contudo, estruturado em torno de Neill Freiwald, com Robin Sem Vedrfölnir, Christian Schäfer e, mais recentemente, Ole Enders na formação atual.