Glasvegas
Nascido em Dalmarnock, a leste de Glasgow, Glasvegas formou-se em 2003 em torno dos primos James Allan e Rab Allan; Paul Donoghue juntou‑se posteriormente, e ao longo dos anos a banda passou por vários bateristas, de Caroline McKay a Jonna Löfgren. O grupo escocês desenvolveu um indie rock imediatamente identificável, construído sobre guitarras carregadas de reverberação, melodias pop, uma bateria em destaque e uma voz fortemente acentuada que ancora as músicas num imaginário social e urbano associado a Glasgow. Após inícios autoproduzidos e uma presença crescente na cena local, Glasvegas chamou a atenção no Reino Unido com os temas “Daddy’s Gone”, “It’s My Own Cheating Heart That Makes Me Cry” e “Geraldine”, antes do lançamento do álbum Glasvegas em 2008, seguido nesse mesmo ano pelo EP A Snowflake Fell (And It Felt Like a Kiss). O som da banda alargou‑se depois com Euphoric Heartbreak em 2011, parcialmente gravado em Santa Monica, e com Later...When the TV Turns to Static em 2013. Após um período com menos atividade em estúdio, Glasvegas regressou em 2021 com Godspeed no seu próprio selo. Entre o rock independente, a tensão romântica e a apetência por refrões largos, Glasvegas também percorreu extensivamente palcos britânicos, europeus e norte‑americanos, em digressões, festivais e como banda de abertura de nomes consagrados do rock.
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| dez. 5, 2013 |
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