Mark Chesnutt

Nascido em 1963 em Beaumont, Texas, Mark Chesnutt integra a tradição da country neotradicional americana, fortemente marcada pelo honky-tonk local, onde atuou desde muito jovem ao lado do pai, o músico Bob Chesnutt. Depois de vários anos em bares e salões de dança do sudeste do Texas, Chesnutt gravou discos independentes no final dos anos 1980 antes de assinar pela MCA Nashville, que em 1990 lançou o álbum "Too Cold at Home", ponto de partida para uma presença consistente na cena country dos anos 1990. Seguiram-se álbuns como "Longnecks & Short Stories" (1992), "Almost Goodbye" (1993), "What a Way to Live" (1994) e "Wings" (1995), que o firmaram num registo que mistura baladas melódicas, temas de bar e narrativas do quotidiano. No final da década, o álbum "I Don’t Want to Miss a Thing" (1999), impulsionado por uma versão do tema dos Aerosmith, alargou ainda mais o seu público, seguido por discos como "Savin’ the Honky Tonk" (2004), "Outlaw" (2010) e "Tradition Lives" (2016). O estilo de Mark Chesnutt mantém-se centrado numa voz clara e direta, arranjos tradicionais que realçam steel, guitarras e violino, e composições ligadas aos temas clássicos do country texano: relações amorosas, perambulações noturnas e enraizamento rural.

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