Zaïko Langa Langa

Fundado em Kinshasa em dezembro de 1969 no rastro de Bel Guide National, Zaïko Langa Langa integra-se na rumba congolesa, simultaneamente deslocando-a para um formato mais nervoso, centrado nas guitarras, na percussão e no sebene, sem uma secção de metais dominante. Inicialmente concebido como um coletivo de jovens músicos, Zaïko Langa Langa impôs, na década de 1970, uma estética urbana ligada à juventude kinois e popularizou o ritmo cavacha, associado ao baterista Meridjo Belobi, antes de integrar, no início dos anos 1980, a fórmula com atalaku, que se tornou comum na música congolesa. O percurso de Zaïko Langa Langa é também marcado por numerosas saídas e recomposições, com a passagem de cantores e músicos como Papa Wemba, Félix Manuaku Waku, Bozi Boziana ou Bimi Ombale, sendo que a partir de 1981 a direção se concentrou em torno de Jossart N’Yoka Longo. A discografia do grupo inclui, entre outros, Non Stop Dancing (1974), Zekete Zekete 2e Épisode (1983), Nippon Banzai (1986), Ici Ça Va... Fungola Motema (1990), Avis de Recherche (1995) e Sève (2019). Presente em Kinshasa, na África Central, na Europa e nas diásporas congolesas, Zaïko Langa Langa desenvolve uma rumba rápida, dançável e coral, no cruzamento entre soukous e ndombolo.

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abr. 24