The Kilimanjaro Darkjazz Ensemble
Nascido em Utrecht, Países Baixos, em torno de Jason Köhnen e Gideon Kiers, The Kilimanjaro Darkjazz Ensemble tomou forma em 1999 como um projecto de bandas‑sonoras para filmes mudos, nomeadamente Nosferatu e Metropolis, antes de evoluir para um colectivo onde se cruzam dark ambient, jazz a tempo desacelerado, electrónica, trip‑hop e toques avant‑garde. A chegada do trombonista Hilary Jeffery e da violoncelista Nina Hitz em 2004, seguida por Charlotte Cegarra e pelo guitarrista Eelco Bosman, alargou a paleta do grupo e instalou um som mais orgânico, feito de baixos profundos, metais velados, cordas, ritmos discretos e ambientes muito cinematográficos. The Kilimanjaro Darkjazz Ensemble publicou um primeiro álbum homónimo em 2006, seguido de Here Be Dragons em 2009 e From the Stairwell em 2011, bem como o EP Mutations em 2009 e o registo ao vivo I Forsee the Dark Ahead, If I Stay em 2011. Paralelamente, os membros desenvolveram The Mount Fuji Doomjazz Corporation, a vertente mais improvisada do projecto. Após uma separação em 2013, The Kilimanjaro Darkjazz Ensemble anunciou o seu regresso em 2025 com a retoma dos concertos na sua formação histórica.